Jornalismo
Recife lança programa de aluguel social com auxílio de até R$ 600 para famílias de baixa renda
Iniciativa inédita no Nordeste vai beneficiar 1,2 mil famílias nos próximos quatro anos; cadastro já está disponível no Conecta Recife
Por Rebecca Lilith22 JUL - 11H46
Jornalismo - Recife lança programa de aluguel social com auxílio de até R$ 600 para famílias de baixa renda (Foto: Divulgação )A Prefeitura do Recife anunciou, nesta semana, o programa de locação social Tô em Casa, voltado para famílias de baixa renda que vivem na capital pernambucana. A iniciativa prevê o pagamento de um auxílio mensal de até R$ 600 para ajudar no custeio do aluguel. O programa é o primeiro do tipo no Nordeste e tem como objetivo principal reduzir o déficit habitacional na cidade, garantindo mais dignidade e segurança habitacional à população mais vulnerável.
De acordo com a gestão municipal, a meta é atender 1.200 famílias ao longo dos próximos quatro anos. O valor total do aluguel não pode ultrapassar R$ 1 mil, sendo que o auxílio será um complemento proporcional, conforme os critérios estabelecidos.
Para participar do programa, é necessário atender aos seguintes requisitos:
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Residir no Recife há pelo menos dois anos;
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Ter renda familiar de até três salários mínimos (R$ 4.554);
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Estar inscrito no CadÚnico;
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Não ter sido contemplado anteriormente com programas habitacionais de interesse social.
A prioridade será dada a famílias em maior situação de vulnerabilidade, como mulheres chefes de família, vítimas de violência doméstica e pessoas com deficiência.
“Vamos ajudar as famílias mais vulneráveis da cidade com critérios bem definidos, garantindo proteção social, movimentação da economia e, acima de tudo, o cuidado com as pessoas”, afirmou o prefeito João Campos.
O cadastro preliminar já está disponível no site e aplicativo Conecta Recife. A plataforma também informa se a família está apta a integrar o programa.
Segundo João Charamba, chefe do Gabinete do ProMorar órgão responsável pela execução do Tô em Casa, o benefício busca garantir que as famílias não comprometam mais de 30% da renda com aluguel. “Essa medida permitirá que parte do orçamento familiar seja direcionada a outras necessidades, contribuindo para uma melhora na qualidade de vida”, reforçou.
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