Jornalismo
Polícia apreende celulares de adolescentes investigados por morte de cachorro em SC
Mandados foram cumpridos no Aeroporto de Florianópolis após retorno de viagem escolar aos Estados Unidos
Por Rebecca Lilith30 JAN - 09H28
Jornalismo - Polícia apreende celulares de adolescentes investigados por morte de cachorro em SC (Foto: Reprodução )Dois adolescentes investigados pela morte do cão Orelha, em Santa Catarina, tiveram celulares e peças de roupa apreendidos pela Polícia Civil nesta quinta-feira (29), no Aeroporto Internacional de Florianópolis. Os jovens retornavam de uma viagem escolar aos Estados Unidos, com destino à Disney, quando os mandados judiciais foram cumpridos.
A ação foi realizada por agentes da Delegacia Especializada no Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei (Deacle) e da Delegacia de Proteção Animal (DPA). As ordens de busca e apreensão foram expedidas após as polícias Civil e Federal identificarem a antecipação do voo de retorno dos adolescentes ao Brasil.
A defesa dos investigados informou que o retorno foi articulado com a polícia e confirmou que os adolescentes entregaram voluntariamente os celulares e outros pertences em uma sala restrita do aeroporto. Eles também foram intimados a prestar depoimento.
Os aparelhos apreendidos serão encaminhados à Polícia Científica para extração de dados, assim como outros equipamentos recolhidos em uma operação realizada na última segunda-feira (26). Além disso, foi solicitada a emissão de laudo de corpo de delito do animal.
Orelha morreu em janeiro deste ano, após ter sido supostamente agredido por um grupo de adolescentes. Dois dos investigados estavam fora do país quando o inquérito foi instaurado para apurar a morte do cachorro e o crime de coação. Três familiares dos adolescentes foram indiciados por coagir testemunhas do caso.
Na quarta-feira (28), a Justiça concedeu uma liminar determinando que plataformas digitais como Instagram, Facebook, WhatsApp e TikTok removam postagens com informações pessoais sobre os investigados. Segundo a defesa, os conteúdos violam normas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Com informações do Estadão Conteúdo.
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