Jornalismo
Donald Trump assina decreto para restringir cidadania por nascimento
Governo quer barrar ‘turismo por nascimento’ no país; estimativas indicam que entre 20 mil e 25 mil mães turistas tiveram filhos nos EUA entre 2016 e 2017
Por Redação07 AGO. - 08H06
Jornalismo - Donald Trump assina decreto para restringir cidadania por nascimento (Foto: Kevin Dietsch/Getty Images)O presidente dos Estados Unidos assinou duas ordens executiva na quinta-feira (6) que expandem a definição de pessoas que não têm direito à cidadania por nascimento. As ordens também proíbem o “turismo de nascimento” ou “turismo de parto”, quando a mulher viaja a outro país para que seu filho possa conseguir a cidadania automaticamente.
Nenhuma lei dos EUA proíbe expressamente o “turismo de nascimento”, mas uma regulamentação federal implementada em 2020, durante o primeiro mandato de Trump, proíbe o uso de vistos temporários de turistas e de negócios com o objetivo de conseguir a cidadania para um recém-nascido.
Pessoas que, por algum motivo, se envolverem com o “turismo de parto” podem ser processadas por fraude ou outros crimes relacionados.
Não há dados oficiais que contabilizam o número exato de turistas que chegam às terras norte-americanas com o único objetivo de dar à luz no país para obter a cidadania para os recém-nascidos.
Entretanto, o Center Immigration Studies estimou, em 2020, que entre 20 mil e 25 mil mães foram para os Estados Unidos para conseguirem a cidadania para seus filhos entre 2016 e 2017.
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